Tal como na Reforma Pereira Passos, ainda hoje o capital exerce grande força nas tomadas de decisões quanto ao reformulação do espaço urbano, vê-se essa tendência no caso recente da Vila Autódromo, que sofreu intervenção para dar espaço para obras das Olimpíadas.
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segunda-feira, 16 de maio de 2016
sexta-feira, 1 de abril de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
Análise crítica de dois gráficos diferentes sobre assuntos complementares.
Como prometido em sala de aula procurei gráficos que falasse sobre a questão agrária no Brasil.
Achei dois gráficos da nossa história recente que podem ser muito didático do ponto de vista de que como um dado isolado não se caracteriza como uma informação mas abrangente sobre o fenômeno estudado.
Vamos ao primeiro gráfico (clique na imagem para ampliar):
Fonte: http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,2013-tem-desapropriacao-zero-no-campo-ate-agora-imp-,1082906
Nesse primeiro gráfico temos a quantidade de terras desapropriadas em cada um dos governos democráticos até 2013. Nele temos o dado de que o governo FHC foi o que mais desapropriou terras para promover a reforma ágrária, isso dá a sensação de que o governo FHC foi mais eficaz em promover assentamentos do que todos os outros governos democráticos juntos.
Agora vejamos o segundo gráfico (clique na imagem para ampliar):
Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/03/dilma-assentou-menos-familias-que-lula-e-fhc-meta-e-120-mil-ate-2018.html
Já nesse segundo gráfico temos não a quantidade de terras desapropriadas, mas sim a quantidade de famílias assentadas nos últimos 5 governos.
Analisando os dois gráficos, percebemos que no governo FHC houve uma quantidade MAIOR de DESAPROPRIAÇÕES de terras do que no governo Lula (gráfico 1).
Então qual pode ser a causa de haver uma MENOR quantidade de FAMÍLIAS ASSENTADAS durante o governo FHC (gráfico 2)?
Uma possível resposta é o tamanho das terras desapropriadas, ou seja, a tendência é de que FHC desapropriou terras de "pequeno" porte, que por seu tamanho "reduzido" assentaria uma quantidade menor de famílias.
Enquanto isso, mesmo tendo uma quantidade MENOR de DESAPROPRIAÇÕES do que FHC, Lula conseguiu assentar uma quantidade MAIOR FAMÍLIAS, nessas terras, possivelmente por ter desapropriado terras mais extensas.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Político safado eleito = voto comprado?
O problema é tão simples assim?
O político tem realmente tanto dinheiro pra comprar tanto voto assim?
Um vereador, ou até mesmo um prefeito de cidade pequena até vai, mas e um governador como o do Rio?
Vejamos o Estado do Rio tem 10.891.293 eleitores, o Pezão foi eleito com 4.343.298 votos e sua campanha arrecadou R$ 45.150.556,49 isso é, cada eleitor do Pezão ganhou cerca de R$ 10,39 pra votar nele? (é claro q o exemplo é um exagero, mas faz refletir).
Ñ considero q seja dinheiro vivo na mão do povo q compra esse grande eleitorado, mas sim é dinheiro lavado (em todas as esferas de poder, e ñ só nessa bitolação reducionista anti petista), que fortalece as campanhas, patrocina carreatas, panfletagem, broches, propagandas políticas guiadas pro marqueteiros e etc.
Essa questão é mais fácil de se perceber quando pensamos novamente do ponto de vista da matemática.
O salário do governador do Rio está em R$ 21,120,00 e em 4 anos de governo o salário acumulado é de R$ 1.013.760,00.
Mas o gasto com a campanha, ou como os doadores preferem chamar, o "investimento" na campanha do governador do Rio foi de R$ 45.150.556,49.
Ora, o investimento (declarado) que o mesmo desprende em sua campanha é 45 vezes superior a todo montante que ele receberá nos seus 4 anos de governo...
Quais os interesses q fazem com que empresas e empresários invistam tão pesadamente em um político?
É pra fortalecer a democracia? Tal como disse o Eike Batista quando doou R$ 1.000.000,00 para a campanha da Dilma e do Serra em 2010?
Ou é com interesses próprios?
Obs.: Os números utilizados (menos as contas) foram tirados dos sites do TRE e do TSE.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Notícias de uma guerra particular
Com depoimentos impactantes e por vezes aterrorizantes, o filme Noticias de uma guerra particular, rodado entre 1993 a 1998, serve entendermos um pouco melhor a formação do território e da sociedade fluminense.
domingo, 24 de agosto de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
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